0 comentários Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

25 Junho 2009

0 comentários Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

Desejo sexual sem limite pode ser doença


È muito comum em sites de encontros nos depararmos com homens que buscam e fazem sexo diversas vezes por dia, também encontramos hoje em dia os chamados "fast-foda" homens que não dão importancia a quem ou com quem estejam fazenod sexo, basta somente fazer.
Tarados, pervertidos, ninfomaníacos, depravados. Rótulos como esses são comumente usados para definir homens que apresentam esse tipo de patologia do sexo. Mais conhecida como compulsão sexual, esse transtorno atinge homens, sem distinção de idade.
Caracterizada pela necessidade de fantasiar a todo momento sobre sexo, a compulsão sexual, ou desejo sexual hiperativo, acaba resultando em uma inquietude da pessoa. Isso a impede de fazer outras coisas importantes da vida. Tarefas cotidianas como trabalho, estudo e vida familiar acabam ficando comprometidas, pois ela deixa de realizá-las para fantasiar ou mesmo para vivenciar esses desejos.
O comportamento sexual compulsivo é uma forma patológica que atrapalha os relacionamentos interpessoais, sociais e a pessoa individualmente. Esse comportamento sexual compulsivo é aprendido ao longo da vida, associando a atividade sexual como caminho para diminuir ansiedades e preocupações. "Frente a uma condição que produz ansiedade, o uso da atividade sexual alivia as tensões".
Para o Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes de Sexo, da Unifesp, essa dependência sexual pode significar uma perda de liberdade para a pessoa. O dependente sente que não está no controle. A atividade sexual pode não ser no momento em que ele gostaria ou até mesmo com um parceiro que ele não queria.
Reconhecer a necessidade de ajuda para aprender a controlar a ansiedade, em vez de extravasá-la na cama é o primeiro passo que um dependente sexual deve tomar em busca de tratamento. "A terapia é fundamental para uma pesquisa mais profunda da vida do paciente em busca das raízes do problema", grupos de ajuda nos moldes das associações que ajudam dependentes de drogas e alcoólatras podem significar outra saída para os dependentes. "Na troca de experiências, essas pessoas aprendem mais sobre a dependência e como lidar com ela".
No entanto, existem ainda alguns medicamentos que podem auxiliar no tratamento psicoterápico. "Os medicamentos que são propostos inibem o desejo sexual, mas eles são interrompidos assim que o sujeito percebe que a fonte de prazer cessou", a psicoterapia deve ser feita, em média, com sessões duas vezes por semana, em um período que pode durar alguns anos.
Vale lembrar que no sexo entre homens que oferece uma grande variedade de opções e formas a maxima "qualidade ao invés de quantidade" é uma forma inteligente de busca de satisfação e prazer, até mesmo porque em uma unica "trepada" ninguem consegue explorar o potencial de um homem na cama.
ONDE BUSCAR AJUDA
D.A.S.A. (Dependentes de Amor e Sexo Anônimos)
Informações podem ser obtidas no site: www.slaa.org.br
Mantém grupos de apoio nos seguintes locais:
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Minas Gerais
Pará
Paraíba
Santa Catarina
São Paulo
Rio de Janeiro
Rio Grande do Sul
Rondônia

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GALERIA DE SÁBADO


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The Real Mature Men Place

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0 comentários Domingo, 17 de Maio de 2009

17 de maio, Dia Internacional contra a Homofobia sem fronteiras

Olhe ai...

"Há 192 países na ONU e, na metade, a homossexualidade é ainda proibida, principalmente no continente africano, nos países árabes e na Ásia", destaca Laurent McCutcheon, presidente da Fundação Emergence, que desempenhou papel importante na instituição do dia.
A primeira comemoração aconteceu em Québec, em 2003 e, depois, a idéia ganhou outros países.
O 17 de maio foi escolhido para este dia (International Day Against Homophobia, em inglês, conhecido pelo acrônimo IDAHO), porque foi em 17 de maio que a Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da lista de doenças mentais.



Infelizmente, a legislação brasileira é omissa no que tange à discriminação baseada na orientação sexual do indivíduo. O que ocorre é a necessidade de uma formulação legal urgente, a fim de acabar, ou pelo menos, reprimir tanta violência praticada contra os homossexuais, justamente porque não há amparo legal. Violências físicas são comuns, levando o Brasil ao ranking de país mais violento do mundo quando o assunto é homossexualidade as discordâncias são profundas e parecem sem solução, pelo menos a curto prazo. A homofobia acaba ganhando espaço e muitos dos atos violentos praticados contra homossexuais, se dá a partir da noção interrogadora pela religião de que a homossexualidade deve ser destruída. Enquanto este conflito religioso sobre o que é e o que não é permitido, em termos de religiosidade, continuar sem solução, muito sofrimento e inúmeros suicídios ocorrerão dentro da comunidade homossexual. É preciso observar, urgentemente, qual é o verdadeiro papel da religião quando o assunto é homossexualidade: Incitar o ódio e a violência ou amar o próximo como a si mesmo.


"TODO PRECONCEITO É UM RETROCESSO INTELECTUAL !
O preconceito está na maldade dos olhos de quem vê, e na ignorância de quem acha que sempre está com a razão." Leo Cruz.

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RAIO X DE UM HOMEM GAY


1. A sexualidade
Os primeiros sinais de imagens começam na infância, um bem estar ao lado de outro homem, carinho, colo, sensação agradável, segurança, mas não existe o sexo.
Não tenha culpas, imagine que você nasceu com uma ALMA GAY


2. Faixas de idade
• Meninos têm os primeiros sinais da homossexualidade, mas não tem preferências, que surgem com a descoberta do sexo.
• Garotos têm preferências por garotos
• Garotos têm preferências por jovens
• Garotos têm preferências por maduros
• Garotos preferências por idosos
• Garotos têm preferências por crianças - pedofilia
• Jovens têm preferências por garotos
• Jovens têm preferências por jovens
• Jovens têm preferências por maduros
• Jovens têm preferências por idosos
• Jovens têm preferências por crianças – pedofilia
• Maduros têm preferências por garotos
• Maduros têm preferências por jovens
• Maduros têm preferências por maduros
• Maduros têm preferências por idosos
• Maduros têm preferências por crianças – pedofilia
• Idosos tem preferência por garotos
• Idosos tem preferência por jovens
• Idosos tem preferência por maduros
• Idosos tem preferências por idosos
• Idosos tem preferências por crianças – pedofilia
• Qualquer um também pode ter preferências por mais de uma categoria

3. As preferências físicas
• Faixa de idade
• Começa sempre na face e no olhar – sinais de correspondência
• Segue a análise do conjunto rosto e corpo
• O cacete – muito importante para a maioria
• Outros atributos físicos: coxas, braços, peitos, pernas, bunda
• Outras características: cabelo, olhos, pêlos
• Os iguais se atraem


4. As preferências sexuais
• Ativos
• Passivos
• Ativos e passivos
• A maioria dos homens gays, mesmo os ditos “ativos” gostam de ver um cacete bonito e avantajado
• Carícias no cacete, toques, oral e 69
• Ato de penetração, por trás, de frango assado, de pé, de bruços
• Brincadeiras sexuais nos órgãos genitais, na bunda e masturbação
• Beijos
• Sedução
• Exibicionismo
• Taras e fetiches: beliscões, tapas, mordiscar os mamilos, sexo no hotel, motel, no mato, na praia, no carro, na estrada
• Aberrações: penetração da mão e braço, masoquismo e sadismo


5. A caça e os Riscos
Em locais públicos e com muito movimento de pessoas principalmente homens e guetos específicos:
Banheiros de Estádios de Futebol – Homens que buscam encontrar homens fortões e valentões, mesmo os mais velhos.
Praias – buscam homens com corpo definido, corpos queimados – é o local onde se vê o corpo da caça quase nu;
Grandes eventos - comícios, shows, festas folclóricas – risco moderado e sempre acompanhado de muita distração
Parques e praças – riscos de agressões físicas e morais, além de tarados e homo fóbicos disfarçados
Shopping Center – Risco pequeno por conta da segurança do local, mas que pode gerar constrangimentos.
Passeios públicos – risco moderado
Transporte Público – risco moderado
Saunas – riscos de contrair doenças sexualmente transmissíveis, HIV, Hepatite, além de micoses e fungos – ninguém vai à sauna para encontrar um parceiro fixo – é o famoso “açougue” do sexo, no começo você é o rei do pedaço, carne de primeira, depois vira carne de segunda e passa a ser apenas o freguês assíduo, o velho conhecido de todos
Banheiros públicos - riscos de agressões físicas e morais – muitos gays adoram fazer o famoso banheirão – cuidado !!!
Cinemas – risco de roubos e assaltos, além de constrangimentos;
Bares gays – a maioria gosta de beber – risco do “boa noite cinderela”
Boates gays- a maioria gosta de beber – risco de “boa noite cinderela”
Internet – Alto Risco porque o primeiro contato não é físico. O mundo virtual até permite boas relações e amizades, mas não se esqueça que todos se escondem e vivem fora da realidade
Demais locais – risco moderado


6. As características e Estilos de vida
• Todos dizem que querem um relacionamento monogâmico: companheiro, amigo, com amor e sexo;
• Todos buscam durante a caça, primeiro o sexo
• Tem que haver a “química” entre os corpos;
• A maioria tem relacionamentos diversos, além de participar até de bacanais
• É o sexo pelo sexo
• Sexo promíscuo que proporciona prazer a uma parcela da comunidade gay masculina
• A minoria se estabelece no relacionamento, principalmente, na fase de “maduro”
• Existe amor entre homens de qualquer idade, exceto, com crianças;
• Por não haver um documento formal entre os casais de homens, a traição com outro homem é freqüente


7. Dicas
• Tenha muito cuidado ao paquerar ou caçar em qualquer local.
• Os riscos são maiores sempre em guetos gays, saunas e banheiros, porque sempre há homens infiltrados no ambiente com segundas intenções, além de doenças;
• Procure conhecer a pessoa e não se deixe levar pela loucura do sexo
• Se você é louco por sexo, sabe que vive com alto grau de riscos diversos, perigo até de morte
• Todo gay tem sempre uma história triste para contar
• Todo gay tem uma história de constrangimento, violência física ou moral
• Mantenha sempre a calma, não vá com muita sede ao pote
• Caçar é maravilhoso e faz parte da natureza humana
• Evite a promiscuidade
• Use sempre camisinha
• Seja Feliz

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Lei, vida, morte e preconceito
Um figurão da oposição malaia foi preso recentemente em atos de sodomia, que podem fazer com que ele fique até 20 anos na cadeia. Parece um crime para a gente, mas dê só uma olhadinha nos números de países que criminalizam - chamam de fora de lei - quem é homossexual: são 85 nações; oito impõem a pena de morte (Irã, Mauritânia, Arábia Saudita, Yemem, Sudão, Afeganistão, Emirados Árabes e partes da Nigéria); em 10 países, a pena é prisão (entre eles Uganda, Índia, Tanzânia, Serra Leoa, Paquistão, Singapura); 35 criminalizam o sexo entre homens, mas não entre mulheres (inclui Bahrain, Bangladesh, Índia e Paquistão).




Homofobia sustentável
O blog Gawker.com está acusando a maior marca de roupas esportivas e fabricante de tênis do mundo, a Nike Inc., de veicular campanha publicitária homofóbica (imagem acima). O anúncio de um modelo de tênis para praticantes de basquete traz a imagem do que pode ser considerado um bola-gato (ball-cat = boquete mesmo) com a frase "That ain't right' em letras grandes e 'garrafais' (como diria meu avô). A tradução livre para a expressão é: "Isso não é certo". É claro que existe um aspecto racial e, não menos preconceituoso nisso (o embate entre brancos e negros é muito mais pesado na cultura norte-americana). Sempre vai ter alguém que vai defender que o anúncio não passa de uma brincadeira, que é irreverente. Longe de mim bancar o 'patrulheiro'. Mas, a brincadeira está baseada no velho truque da implacável homofobia de sempre, presente no mais popular esporte dos Estados Unidos.

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Sangue gay

Desde a criação da intervenção cirúrgica na antigüidade, o homem passou a fazer transfusões de sangue. Nessa época, fazia-se transferência até de porcos para humanos, mas com o tempo, os critérios para doação de sangue foram tornando-se mais rigorosos, acompanhando o desenvolvimento científico. Várias normas foram criadas, visando principalmente à saúde do receptor, visto que é a pessoa mais vulnerável do processo. Com o tempo, foram proibidas as transfusões entre espécies, e as organizações de saúde passaram a exigir vários testes para evitar qualquer tipo de problema com o sangue, entre eles a verificação do tipo sangüíneo, do fator Rh, do MN, entre outros.

Porém, como a ciência é feita por humanos e nós somos passíveis de medo e de erros, ela também não é perfeita. Na década de 1980 surgiu um novo vírus transmissível pelo sangue: o HIV. Junto com ele veio o preconceito e a estigmatização dos homossexuais como os únicos portadores desse vírus, garantindo-lhes títulos como "castigo divino" e "câncer gay". Essa visão era endossada pela comunidade científica, e surgiu nos Estados Unidos a proposta de que gays não doassem sangue, o que mais tarde viria a ser regra na maioria dos países ocidentais.

Essa discriminação ocorre somente com homens que fazem sexo com outros homens (HSH) mesmo que não se enquadrem como homo ou bissexuais, e com mulheres que fazem sexo com esses homens. Isso ocorre pois o sexo anal é o mais invasivo, causando muitos microssangramentos nessa região, o que facilita a propagação de várias doenças. A vagina possui uma pele mais espessa e menos vascularizada que o ânus, facilitando menos a infecção, ao passo que no sexo oral - masculino e feminino - quase não há microfissuras, sendo portanto esse o tipo de relação com menor chance de contágio. Vamos aos números: de cada 10 mil pessoas que praticam sexo anal HSH ou HSM de forma receptiva com um soropositivo, 50 irão contrair o HIV. Quanto à via vaginal, 10 mulheres serão contaminadas a cada 10 mil, ao passo que no sexo oral apenas 1 a cada 10 mil parceiros receptivos contrairá o HIV.

Em alguns países, como os Estados Unidos e o Brasil, a política discriminatória ainda se mantém. Lá, um homem que faça sexo com outro, ou uma mulher que faça sexo com esse homem, não podem doar sangue nunca mais. Nunca mais. No Brasil, a restrição é apenas por um ano, e caso o homem se abstenha do sexo homossexual ou só faça papai e mamãe, pode voltar a doar sangue após esse período. Porém, esse parâmetro de restrição vem sendo colocado em debate, principalmente por dois motivos: a crescente escassez de doadores e a diminuição do preconceito na população. Isso levou o Ministério da Saúde a publicar uma nota esclarecendo os motivos pelos quais essa restrição existe, e tentando conscientizar as pessoas de que isso não é preconceito, é apenas uma medida de saúde pública.

Eu discordo.

O ministério utiliza modelos matemáticos para projetar qual seria o risco de liberar a doação de sangue por homossexuais. O risco existe principalmente logo após o contágio, quando o vírus não é detectado pelos testes. Os modelos, contudo, utilizam dados como o número absoluto de pessoas infectadas, ao invés de taxa de infecção por tempo. É lógico que, se a Aids se iniciou entre os homossexuais, haverá mais homossexuais infectados, porém estudos da Organização Mundial de Saúde mostram que, atualmente, o número de novos casos ocorre com crescente freqüência entre heterossexuais (25,8% em 1999), principalmente do sexo feminino, estando relativamente estável entre HSH em países industrializados (3.5% do mesmo ano). Ou seja, é muito mais provável que um heterossexual seja um novo portador e esteja, portanto, no período da janela imunológica, podendo passar o vírus sem que esse seja detectado, do que um homossexual.

Diversas pesquisas de saúde pública mostram que a informação sobre a Aids é a principal arma contra a propagação do vírus, e a maioria dos programas desse tipo visam, ao menos em algum momento, os LGBT. Se esse é o grupo mais bem informado, haverá melhor prevenção dentro dele, e conseqüentemente, menos pessoas infectadas.

Outra justificativa do Ministério para essa restrição é que, devido ao preconceito, homossexuais teriam mais relações "às escondidas" e, portanto, seria mais difícil prevenir-se. Concordo que em alguns casos isso realmente aconteça, mas generalizar o comportamento para todos os gays é um erro. A restrição tira também os gays monogâmicos da lista de doadores. Falando em monogamia, outra restrição é para as pessoas "promíscuas", ou seja, que não tenham parceiro fixo ou que tiveram sexo com mais de uma pessoa durante o ano. Acredito que segundo esse quesito, somente minha tia avó poderia doar sangue.

Por que, então, o Ministério não exclui somente as pessoas que não usam preservativos da lista de doadores? Bom, eles não são ingênuos a ponto de pensar que todo mundo usa camisinha a relação sexual inteira, e tanto sexo oral como "só a cabecinha" podem transmitir o vírus, sim. Contudo, não consigo entender como eles acham que homens só praticam sexo anal com outros homens. Heterossexuais também o fazem, e o risco de transmissão tanto para o sexo anal com homens quanto com mulheres é o mesmo (50:1000). De qualquer forma, ao justificar a exclusão dos homo e bissexuais masculinos utilizando os padrões da FDA (Food and Drug Agency, órgão que administra a saúde pública nos Estados Unidos) vai contra todo o programa anti-AIDS do Brasil, que discorda quase que inteiramente das normas feitas pelo órgão americano, incluindo a que descarta prostitutas dos programas de educação sexual enquanto elas exerçam tal atividade.

Além disso, a posição adotada pelo Ministério só colabora com o preconceito e com o contágio de mais mulheres heterossexuais, que se consideram livres da síndrome. Todo sangue doado é testado antes do seu uso, e atualmente os testes são seguros o suficiente para evitarem a utilização de sangue contaminado, a não ser no período de recém infecção, como dito acima, ou por manipulação incorreta do sangue testado.

O real problema da doação de sangue no Brasil, como em muitos outros países, é que a maioria das doações é feitas por parentes ou amigos dos pacientes que precisam de sangue, sendo que a OMS demonstra que a doação voluntária e não remunerada é a forma mais segura de evitar a transmissão de doenças como o HIV e a hepatite, pois o doador não terá nenhum benefício pessoal no processo (como a melhora de alguém querido ou ganho financeiro), e caso possa ser portador de alguma doença infecciosa, se auto-excluirá, sendo gay ou não.


FONTE:

http://botadentro.blogspot.com